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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Globo deixará de movimentar mais de R$ 1 bi ao 'abrir mão' de F1, futebol e Carnaval

Globo deixará de movimentar mais de R$ 1 bi ao 'abrir mão' de F1, futebol e Carnaval

A Globo vem orquestrando mudanças significativas em seu quadro de funcionários e na programação. Após encerrar contratos com diversos artistas, a empresa anunciou que não irá renovar o contrato com a F1, abriu mão da Libertadores da América, além do estadual do Rio de Janeiro. Por fim, os desfiles das escolas de samba do Carnaval de São Paulo e Rio de 2021 não deverão acontecer por conta dos efeitos da pandemia da Covid-19.

Com isso, segundo informações do UOL, a Globo deixaria de movimentar cerca de um R$ 1 bilhão. Ainda de acordo com a nota, isso não quer dizer que a emissora irá perder todo esse montante, já que o valor citado não é líquido.

O que acontece que é ela deixa de faturar com publicidade, mas em compensação não gasta mais da metade com os custos das operações. Em nota, a emissora informou que está investindo em outros projetos de longo prazo. Confira a nota da Central Globo de Comunicação:

"A Globo não abre os valores de suas negociações comerciais, mas é importante contextualizar os movimentos citados. Primeiro, vamos separá-los: há casos, como o do Campeonato Carioca, que foram motivados por quebra do nosso contrato de exclusividade, algo que não podemos aceitar passivamente.

Outros, sim, têm a ver com os efeitos causados pela pandemia, que 'desbalanceou' diversos acordos e nos levou a uma natural necessidade de revisar todo o nosso portfólio de direitos, um dos maiores entre emissoras de TV do mundo.

Assim, como parte dessa revisão de portfólio, a Globo optou por não renovar os direitos de transmissão da Fórmula 1 a partir de 2021. Mesmo sem a transmissão das corridas, a Globo continuará a fazer a cobertura da categoria em suas diversas plataformas.

O mundo está vivendo um dos seus momentos mais desafiadores, inclusive no campo econômico. Isso tem obrigado as empresas dos mais variados mercados e setores a reverem seus custos e acordos. Esta não é uma realidade exclusiva do Brasil nem mesmo da Globo; ocorre também com outros players e em outros mercados, todos impelidos a buscar uma revisão de seus compromissos, adequando-os a este novo momento".

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