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domingo, 18 de julho de 2021

Bruninho e Ketleyn Quadros serão os porta-bandeiras do Brasil na abertura dos Jogos

 

A bandeira do Brasil surgirá na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, na próxima sexta-feira (23), carregada pelas mãos da judoca Ketleyn Quadros, primeira mulher a conquistar uma medalha em provas individuais em Pequim 2008, e do jogador de vôlei Bruninho, campeão olímpico na Rio 2016, prata em Pequim 2008 e Londres 2012. O anúncio foi feito pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) nesta sexta (16) no horário de Brasília.

 

"Foi duro lidar com uma realidade tão diferente. Mas me deu a oportunidade de viver o presente. Consegui trabalhar muito a parte mental e seguir em frente como podia em meio a essa experiência nada agradável pela qual o mundo inteiro está passando. Isso me fortaleceu. Fiquei feliz por sair transformada de um momento tão difícil. Aprendi a comemorar todas as vitórias. Estou pronta para essa responsabilidade. Aquela garota que estreou nos Jogos 13 anos atrás não imaginava que chegaria a esse lugar", disse a judoca.

 

Ketleyn será a terceira mulher na história a carregar a bandeira do Brasil na abertura da Olimpíada. Antes dela, a ex-jogadora de vôlei de praia Sandra Pires em 2000, e a ex-atleta de pentatlo moderno Yane Marques em 2016 haviam conduzido o símbolo do país. Já em termos de judô, Walter Carmona em Seul 1988 e Aurélio Miguel em Barcelona 1992 foram os escolhidos.

 

Capitão da seleção brasileira masculina de vôlei, Bruninho comemorou a oportunidade de carregar a bandeira na cerimônia.

 

"É uma emoção, uma honra muito grande. Existe uma realização individual, mas me sinto mais um representante do vôlei e de tudo que ele simboliza para o povo brasileiro. Só pretendo fazer algum tipo de conta ao final da minha carreira, não consigo me comparar a nomes tão grandes como esses agora", afirmou ao lembrar que repetirá a ação de ícones como Adhemar Ferreira da Silva, bicampeão olímpico no salto triplo, e Robert Scheidt, bicampeão na vela.

 

Bruninho disse que guardou segredo de ter sido escolhido como porta-bandeira, mas contou apenas para a mãe, a ex-jogadora Vera Mossa, e para o pai, Bernardinho, técnico de vôlei.

 

"Eu falei para ele porque tem muito dele nisso. Não só pela medalha, por ele ser um medalhista olímpico, de uma geração que abriu portas para tanta gente. Mas, também, por ter sido o treinador de gerações maravilhosas e vitoriosas. Meu pai vai estar também ali, cumprindo esse papel", falou.


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